Em virtude da manifestação protagonizada pelas trabalhadoras de uma fábrica têxtil em Nova York, em 8 de março de 1857 por causa das más condições de trabalho e baixos salários, hoje as mulheres podem concorrer no mercado de trabalho sem distinção de género e com as propostas salariais adequadas aos cargos que ocupam.
Inicio do Dia da Mulher:
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi comemorado a 19 de março de 1911, mas posteriormente este dia foi transferido para 8 de março, porque em 1917 as mulheres na União Soviética obtiveram o direito de voto graças à extraordinária Aleksandra Kollontai, colega e amiga de Zetkina.
Pela luta e pelas conquistas das mulheres, a ONU declara em 1975 o dia 8 como o Dia Internacional da Mulher, marcado pela greve de operárias citada mais acima em 1917.
Com este dia, a ONU pretende homenagear as mulheres de todas as nações, raças e culturas, que viram o seu papel na sociedade menosprezados e os seus direitos violados por terem nascido mulheres e que lutaram por direitos de cidadania, iguais aos direitos reconhecidos aos homens.
Esta luta das mulheres tem um importante marco na IV Conferência Mundial sobre a Mulher, em Pequim, China, em 1995. Nesse encontro foi reafirmado o princípio de que os direitos humanos das mulheres são parte inalienável, integral e indivisível dos direitos humanos, e que a igualdade entre homens e mulheres é uma condição de justiça social e um requisito necessário e fundamental para a igualdade, o desenvolvimento e para a paz.
Conclusão:
O Dia Internacional da Mulher é uma ocasião para celebrar as conquistas das mulheres, reconhecer os desafios que ainda enfrentam e renovar o compromisso com a promoção da igualdade de gênero.
É uma oportunidade para lembrar que a luta pelos direitos das mulheres é uma responsabilidade de todos e que juntos podemos criar um mundo mais justo e inclusivo para todas as pessoas, independentemente do gênero.
O Museu Nacional de História Natural (MNHN) é uma instituição pública de carácter museológico, sem fins lucrativos, dedicada por excelência a actividades de documentação, pesquisa e comunicação que reflectem a biodiversidade de Angola.
O Museu Nacional da Escravatura localiza-se no Morro da Cruz, na cidade de Luanda, em Angola. Dedicado à memória da escravidão, é uma destacada instituição cultural do país.
A Fortaleza da Muxima ("coração" em língua Kimbundu) localiza-se na vila da Muxima, no município da Quiçama, na província de Luanda, em Angola. Trata-se da primeira prisão do período de ocupação angolana.
Uma capela construída pelos colonos portugueses na ilha do Mussulo, em Luanda, passou a estar classificada como Património Histórico-Cultural de Angola, conforme decreto executivo assinado pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.
A “Fortaleza de São Miguel” localiza-se no morro da Fortaleza (antigo monte de São Paulo), nas proximidades da ponte da ilha de Luanda, na comuna e município de Ingombota, cidade e província de Luanda, em Angola.
O Memorial Dr. António Agostinho Neto também conhecido como o Foguetão, é um monumento construído na capital Luanda em homenagem a António Agostinho Neto, médico, escritor e político angolano, principal figura do país no século XX.
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