22 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA ÁGUA - Ambiente e Boas Praticas
O Dia Mundial da Água foi criado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 21 de Fevereiro de 1993, declarando todo o dia 22 de Março de cada ano como sendo o Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 1993, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.
O volume total de água na Terra é de cerca de 1.400 milhões de km3. No entanto, apenas 2,5% deste volume é água doce.
A maior parte da água doce está aprisionada nos polos sobre a forma de gelo permanente ou neve ou em lençóis freáticos profundos. A principal fonte de água para uso nas actividades humanas são os lagos, rios, a humidade dos solos e águas subterrâneas pouco profundas.Estas fontes representam menos de 1% da água doce existente e cerca de 0,01% de toda a água do planeta.
Cerca de um terço da população do planeta vive em países que sofrem de escassez de água. Estima-se que em 2020 o consumo de água aumente 40% e que sejam necessários mais 17% de água para produzir a quantidade suficiente de alimentos para satisfazer as necessidades da população crescente.
O crescimento populacional, o desenvolvimento industrial e a expansão da agricultura de irrigação são os três (3) factores apontados como principais causadores do aumento do consumo de água a nível mundial e também da degradação da qualidade da água.
A República de Angola possui 47 bacias hidrográficas principais e 30 bacias hidrográficas secundárias ou sub-bacias, entretanto, várias regiões do nosso país têm vivido uma situação de escassez de água, fruto das consequências ambientais e naturais das regiões.
As províncias da Huila, Cunene e Namibe estão nesta situação, bem como nas cidades do Lobito e de Benguela que vão buscar água em furos, devido à escassez de água durante parte do ano no rio Catumbela.
Rios como Giraul, Bero ou Curoca, que só têm água superficiais durante a época chuvosa.
O Museu Nacional de História Natural (MNHN) é uma instituição pública de carácter museológico, sem fins lucrativos, dedicada por excelência a actividades de documentação, pesquisa e comunicação que reflectem a biodiversidade de Angola.
O Museu Nacional da Escravatura localiza-se no Morro da Cruz, na cidade de Luanda, em Angola. Dedicado à memória da escravidão, é uma destacada instituição cultural do país.
A Fortaleza da Muxima ("coração" em língua Kimbundu) localiza-se na vila da Muxima, no município da Quiçama, na província de Luanda, em Angola. Trata-se da primeira prisão do período de ocupação angolana.
Uma capela construída pelos colonos portugueses na ilha do Mussulo, em Luanda, passou a estar classificada como Património Histórico-Cultural de Angola, conforme decreto executivo assinado pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.
A “Fortaleza de São Miguel” localiza-se no morro da Fortaleza (antigo monte de São Paulo), nas proximidades da ponte da ilha de Luanda, na comuna e município de Ingombota, cidade e província de Luanda, em Angola.
O Memorial Dr. António Agostinho Neto também conhecido como o Foguetão, é um monumento construído na capital Luanda em homenagem a António Agostinho Neto, médico, escritor e político angolano, principal figura do país no século XX.
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