26 de Julho - Dia Mundial dos Mangais - Ambiente e Boas Praticas
Celebrado anualmente a 26 de Julho (proclamado pela UNESCO em 2015), destaca a importância dos mangais como ecossistemas únicos, vulneráveis e vitais para a biodiversidade costeira, proteção contra erosão, mitigação das alterações climáticas e subsistência de comunidades locais. Tem como objectivo rincipal, conscientizar sobre a urgência de proteger, restaurar e gerir de forma sustentável os mangais, frequentemente ameaçados pelo desenvolvimento costeiro.
Originalmente, os mangais são ecossistemas costeiros formados por árvores adaptadas à água salgada, conhecidos como manguezais.
Estas formações naturais desenvolvem-se em zonas tropicais e subtropicais, onde o encontro entre o mar e os rios cria condições únicas para a vida.
Os mangais são considerados um dos ecossistemas mais importantes do planeta, devido à sua capacidade de proteger as zonas costeiras contra a erosão, reduzir o impacto das marés e servir de berçário para diversas espécies marinhas, tidos como verdadeiros “viveiros” naturais. Diversas espécies de peixes, crustáceos (como camarões e caranguejos) e moluscos utilizam este ambiente para reprodução e crescimento. Isso sustenta cadeias alimentares inteiras e fortalece a pesca local.
Apesar da sua importância, os mangais estão sob forte pressão devido a:
Expansão urbana desordenada; Poluição; Exploração excessiva de recursos; Alterações climáticas;
Portanto, mais do que celebrar, o dia promove consciência. Ajuda a população a entender que ações locais como descarte de lixo ou ocupação irregular têm impacto direto nesses ecossistemas.
Este dia serve como um alerta para a necessidade de conservar estas florestas de raízes entrelaçadas, que agem como guardiões da costa, porque sem mangais, perdemos proteção, alimento, biodiversidade e uma das melhores armas naturais contra as alterações climáticas.
O Museu Nacional de História Natural (MNHN) é uma instituição pública de carácter museológico, sem fins lucrativos, dedicada por excelência a actividades de documentação, pesquisa e comunicação que reflectem a biodiversidade de Angola.
O Museu Nacional da Escravatura localiza-se no Morro da Cruz, na cidade de Luanda, em Angola. Dedicado à memória da escravidão, é uma destacada instituição cultural do país.
A Fortaleza da Muxima ("coração" em língua Kimbundu) localiza-se na vila da Muxima, no município da Quiçama, na província de Luanda, em Angola. Trata-se da primeira prisão do período de ocupação angolana.
Uma capela construída pelos colonos portugueses na ilha do Mussulo, em Luanda, passou a estar classificada como Património Histórico-Cultural de Angola, conforme decreto executivo assinado pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.
A “Fortaleza de São Miguel” localiza-se no morro da Fortaleza (antigo monte de São Paulo), nas proximidades da ponte da ilha de Luanda, na comuna e município de Ingombota, cidade e província de Luanda, em Angola.
O Memorial Dr. António Agostinho Neto também conhecido como o Foguetão, é um monumento construído na capital Luanda em homenagem a António Agostinho Neto, médico, escritor e político angolano, principal figura do país no século XX.
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