O Global Tourism Forum (GTF) vai reunir em Luanda, a 18 e 19 de junho, investidores internacionais, decisores políticos e líderes da indústria na Cimeira de Investimento de Angola para debater novas oportunidades de investimento em África.
O encontro pretende posicionar o turismo como motor de desenvolvimento, abrindo espaço a investimento em áreas como hotelaria, aviação, energias renováveis e transformação digital. O objetivo passa por acelerar projetos e criar novas ligações entre capital internacional e mercados africanos.
Angola assume um papel central enquanto destino emergente para investimento, beneficiando de reformas económicas, expansão de infraestruturas e recursos naturais abundantes. O país procura reforçar a aposta na diversificação económica, com o turismo a ganhar destaque na estratégia de crescimento.
Segundo o ministro do Turismo de Angola, Márcio de Jesus Lopes Daniel, o país está a viver "um momento decisivo do seu percurso de desenvolvimento", criando condições para atrair investimento sustentável e parcerias internacionais. "Damos as boas-vindas aos stakeholders globais para descobrirem as vastas oportunidades que o nosso país oferece e para fazerem parte de um capítulo transformador na história de crescimento de Angola", continua o governante, numa nota enviada ao JN.
Com mais de mil participantes esperados, o programa inclui painéis de alto nível, reuniões de investimento à porta fechada, encontros "business-to-business" (B2B) e "networking". O encontro irá abordar temas como colaboração público-privada, conectividade intra-africana, crescimento da classe média e o impacto da tecnologia na diversificação económica.
O Museu Nacional de História Natural (MNHN) é uma instituição pública de carácter museológico, sem fins lucrativos, dedicada por excelência a actividades de documentação, pesquisa e comunicação que reflectem a biodiversidade de Angola.
O Museu Nacional da Escravatura localiza-se no Morro da Cruz, na cidade de Luanda, em Angola. Dedicado à memória da escravidão, é uma destacada instituição cultural do país.
A Fortaleza da Muxima ("coração" em língua Kimbundu) localiza-se na vila da Muxima, no município da Quiçama, na província de Luanda, em Angola. Trata-se da primeira prisão do período de ocupação angolana.
Uma capela construída pelos colonos portugueses na ilha do Mussulo, em Luanda, passou a estar classificada como Património Histórico-Cultural de Angola, conforme decreto executivo assinado pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.
A “Fortaleza de São Miguel” localiza-se no morro da Fortaleza (antigo monte de São Paulo), nas proximidades da ponte da ilha de Luanda, na comuna e município de Ingombota, cidade e província de Luanda, em Angola.
O Memorial Dr. António Agostinho Neto também conhecido como o Foguetão, é um monumento construído na capital Luanda em homenagem a António Agostinho Neto, médico, escritor e político angolano, principal figura do país no século XX.
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