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	<title><![CDATA[Historia, Cultura & Curiosidades]]></title>
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	<description><![CDATA[Articles on category Historia, Cultura & Curiosidades]]></description>
	<copyright><![CDATA[Copyright 2026, visiteluanda.com]]></copyright>
	<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 10:00:54 +0000</pubDate>
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		<title><![CDATA[Historia, Cultura & Curiosidades]]></title>
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		<title><![CDATA[18 de Abril, o Dia Internacional de Monumentos e Sítios.]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://visiteluanda.com/media/images/articles2/Dia-internacional-dos-Monumentos-e-Sitioss_thumb.jpg" alt="Historia, Cultura & Curiosidades" /> <p>Este dia foi instituído pela Unesco em 1983, com o objectivo de sensibilizar os Estados membros a diversificar, proteger e conservar o património cultural.</p>Representando um momento anual de celebração da diversidade patrimonial, pretende-se que o dia 18 de abril funcione como um marco comemorativo do Património Cultural Nacional, mas que celebre, igualmente, a solidariedade internacional em torno da salvaguarda e da valorização do Património Cultural de todo o mundo.<br><br>

<p style="text-align: justify;">Angola possui um património histórico-cultural considerável, com destaque para as edificações, os sítios e lugares de memória, a arte rupestre, os parques naturais, a fauna e a flora.</p>

<p style="text-align: justify;">De acordo com o Ministério angolano da Cultura, no caso concreto do património edificado, sítios ou lugares de memória constituem o mais eloquente testemunho do percurso histórico da actividade e da sensibilidade do povo angolano nos diferentes momentos, contextos e situações que marcam a sua história.</p>

<p style="text-align: justify;">Para além de diversos lugares históricos que o país possui, especial atenção deve ser prestada às pinturas rupestres localizadas na província do Namibe, as quais constituem destino turístico que pode ser aproveitado, tanto pelo Executivo, como por investidores privados.</p>

<p style="text-align: justify;">A esse destino se pode acrescentar o Museu de Antropologia, o primeiro edifício da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário (Fortaleza de Kambambe), na província do Cuanza Norte, o Museu do Dundo, os parques nacionais da Cangandala, habitat da Palanca Negra Gigante, da Kameia, do Yona, entre outros.</p>

<p style="text-align: justify;">A data é uma oportunidade para sensibilizar o público sobre a diversidade do património cultural, e dos esforços que a sua protecção e conservação requerem. Permite igualmente expor a sua vulnerabilidade e necessidade de se lhe prestar uma atenção contínua.</p>

<p style="text-align: justify;">Desta forma, todos os anos é solicitado aos Estados membros da UNESCO que, neste dia, façam a promoção de actividades e de visitas gratuitas a sítios históricos, monumentos e museus.</p>]]></description>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
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		<title><![CDATA[O Carnaval em Angola]]></title>
		<description><![CDATA[<img style="margin:5px; float:left;" src="https://visiteluanda.com/media/images/articles2/Carnaval_thumb.jpg" alt="Historia, Cultura & Curiosidades" /> <p>Foram os Portugueses que introduziram o Carnaval em Angola</p><p style="text-align: justify;"><strong>Os primeiros esboços de folia de entrudo foram introduzidos paulatinamente no reino do Congo logo a partir dos primeiros contactos dos Portugueses com gente da bacia do grande rio "N'zadi",o Zaire. As primeiras gentes a seguir este tipo de manifestação foram os N´Zombo da margem sul do N´Zaire e os N´Zaus do lado Norte do mesmo rio, os agora chamados de Cabinda, os Lândanas e Inbindas de então. Mais tarde os N´Zeto do Songo e Solongo, mais a sul do reino de Manikongo também aderiram a este brincar de vida.</strong></p>

<p style="text-align: justify;"><span><img src="https://www.hoteisangola.com/media/images/articles14/Carnaval.jpg" style="width: 400px; float: left; height: 400px; margin: 10px;">Na expansão mercantil dos vários entrepostos comerciais, e mais para sul, os Tugas, simultâneamente, transportaram pela costa mais a sul do actual Ambriz estes costumes ao reino de N´Dongo, (nome das primeiras canoas e gentes) aquele que veio a ser conhecido por N´gola e depois de Angola.<br>

        Os naturais da ilha das cabras ou os Muxiloandas da ilha Mazenga, actual ilha de Luanda, fizeram desta manifestação uma diversão aliada a uma dança conhecida por bassula, esquindiva ou finta.<br>
        Com enfeites de fitas e ramos imitavam os novos seres de tês branca, os N´Dele ou T´chindele de chapéus e armaduras em ferro.<br>
        Seguiu-se uma rápida semântica de linguajar e gíria caracterizada pelos camondongos ou kaluandas, uma mistura de kimbundo com pretuguês.<br><br>

        Os Muxiluandas deram o nome de Muala àquela dança já com alguma coreografia e num ritmo de pré-merengue. O semba apareceu a partir da dança Kazukuta, num lugar conhecido por Samba;<br>
        O próprio Soba Samba aliado a Manhanga (Maianga) deram ao longo dos anos vivacidade a tal manifestação de folguedos.<br>

        Aquelas manifestações, a partir de 1800 já tinham grandes momentos de recreação e coreografia. Muito próximo do fim do século XIX, surgiram muceques com nomes de Kamama, Kapiri e Mulenwo que em manifestações de óbito, faziam apelo ao espírito "Kiruwala", exibindo gestos de quase recreação que os Muxiloandas ou Axiluandas usavam para demonstrar fraternidade e apoio social.<br><br>

        A partir dos anos trinta do século XX, os moradores da Ilha vinham de canoa até à Marginal a que se veio a chamar de Paulo Dias de Novais, e imitavam os marinheiros portugueses com suas fardas imaculadamente brancas, espadas, divisas amarelas e chapéus a condizer.<br>
        Faziam a folia regada com T'chissângua e vinho do Puto que os "N'Gwetas" traziam da metrópole; eram tempos de folguedos que os N'Gwetas davam aos seus trabalhadores, quitandeiras e lavradeiras para se esponjarem nas areias da Marginal.<br><br>

        Os colonos roçeiros, fubeiros ou funcionários, riam e, à sucapa e, no fundo dos quintais de suas quintas ou casas iam fazendo farras de "arrebenta merengue" por debaixo de uma mulembeira, amendoeira, tamarindo ou até embondeiro; era uma altura própria para as donzelas "N'dele", crioulas e mocamas se conhecerem, falarem das coisas de literatura.</span></p>]]></description>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 08:16:00 +0000</pubDate>
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